segunda-feira, outubro 20, 2014

De uma juíza federal que não perdeu a capacidade de se indignar

A divergência e o debate são comuns e saudáveis em uma democracia. Podemos discordar em muitos pontos, mas tenho certeza que concordamos nos principais valores básicos, essenciais à sociedade que sonhamos para o futuro.

Podemos discordar das privatizações, mas não precisamos aceitar que a roubalheira, o aparelhamento político e a incompetência tomem conta das nossas estatais.

Podemos admirar os programas sociais do PT, mas não precisamos aceitar um governo que mente descaradamente que seus adversários acabariam com eles em um óbvio terrorismo eleitoral.

Podemos não gostar dos EUA, mas não precisamos apoiar um governo que se alia as piores ditaduras do mundo e defende países terroristas.

Podemos não gostar da globo ou da veja, mas não precisamos de um governo que tenta controlar a imprensa.

Podemos não gostar do PSDB, mas não podemos aceitar um governo, que se dizia guardião da ética, viver mergulhado em escândalos diários, e se aliar e defender a escória da política nacional como Maluf, Collor, Renan, Sarney, Jáder Barbalho.

Podemos não gostar do Aécio, mas não podemos permitir que todas essa práticas sejam incentivadas, premiadas e perpetuadas.

Podemos querer outras alternativas,mas não podemos deixar no poder uma quadrilha cuja cúpula, mesmo presa na papuda, é tratada como heróis e continua filiada ao partido!

Não podemos deixar que continuem a sambar na nossa cara , infiltrando membros no STF para livrar seus pares, comprando o legislativo com mesadas, sangrando nosso país em benefício próprio e de ditaduras e pseudodemocracias. Se fizermos isso será um atestado de que somos tão sem-vergonhas quanto eles, que nada nos choca e tudo pode nessa terra porque não temos mais qualquer capacidade de indignação.

Se você não concorda com isso, é hora de mudar. Voto nulo, branco ou abstenção é o mesmo que endossar suas práticas.

É hora de união contra aqueles que tentam rachar o país, com um discurso irresponsável e preconceituoso de “nós” contra “eles”, “pobres” contra “ricos”, “negros” contra “brancos”, “povo” contra “elite branca”...

O sentimento não é meu, é de todo brasileiro que cansou e quer um país melhor. Eu votei no PT ao longo de toda a minha vida. Fui traída. PT nunca mais.

Dra Karla Maia, juíza federal.


LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Relatório sobre imprensa critica censura de Cid Gomes à revista IstoÉ


O episódio em que o governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), conseguiu na Justiça a retirada de circulação da revista IstoÉ, em setembro deste ano, foi citado e classificado como um caso de "censura judicial" no relatório sobre a situação da liberdade de expressão no Brasil, apresentado pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), nesse domingo (20), em assembleia em Santiago, no Chile.    

"Como tem ocorrido historicamente, as decisões judiciais desse tipo, geralmente tomadas por juízes de primeiro grau, são inequivocamente institucionais e revistas pelos tribunais superiores, o que nem sempre repara o dano causado ao direito dos brasileiros de serem livremente informados", diz o relatório sobre o caso Cid X IstoÉ.

Em meados de setembro, a IstoÉ divulgou que o nome de Cid Gomes teria sido citado pelo ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa, em delação premiada à Polícia Federal, como um dos envolvidos no escândalo da Petrobras.

Logo após a publicação, a pedido dos advogados do governador, a revista foi tirada de circulação pela Justiça e todas as edições liberadas foram recolhidas. Três dias depois, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso cassou a liminar que censurava a IstoÉ por entender que havia "evidente interesse público na divulgação da reportagem". Na ocasião, Barroso defendeu que, como Cid se sentiu prejudicado, “deveria buscar a Justiça por reparação, não para impedir a circulação". Já na época, a decisão de Cid Gomes ganhou destaque e foi criticada nacional e internacionalmente.

O relatório apresentado na assembleia da SIP foi elaborado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) com o auxilio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), que contabilizou 48 casos de agressões a profissionais da imprensa e sete casos de censuras judiciais. Foi destacada, ainda, a postura do PT diante da cobertura dos casos de corrupção na Petrobras. O partido chamou a atuação da imprensa de "golpe" e "conspiração midiática" com fins eleitoreiros.


* Com informações da Folha de S. Paulo.

0,27%. Analistas reduzem previsão do crescimento econômico


Analistas e investidores do mercado financeiro voltaram atrás e reduziram a expectativa de crescimento da economia que havia sido elevada há sete dias. A nova estimativa agora é de 0,27% ante 0,28% anunciada na semana passada. Os números são do Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central.


A inflação, de acordo com os analistas, deve fechar o ano em 6,45%. A taxa básica de juros (Selic) atingirá 11% ao ano na mesma comparação. O valor do dólar alcançará R$ 2,40. Os preços administrados, como as tarifas de energia elétrica, que sofrem influência do governo, passam a ter o crescimento estimado em 5,15%.
  

Os analistas e investidores voltaram a aumentar também a previsão para a dívida líquida do setor público, que agora está estimada em 35,1% em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB), conceito que engloba a soma das riquezas produzidas pelo país. Aumentou também o pessimismo em relação ao crescimento da indústria, que agora está em -2,24%.


No setor externo os números não são também animadores pela ótica do mercado financeiro. O déficit em conta corrente, um dos principais indicadores, passou de US$ 80 bilhões para US$ 81 bilhões, com o saldo da balança comercial brasileira registrando US$ 2,29 bilhões e não mais US$ 2,44 bilhões como previsto anteriormente. Os investimentos estrangeiros diretos permanecem em US$ 60 bilhões em 2014.

 Com informações da Agência Brasil.

NO PENÚLTIMO DEBATE, DILMA E AÉCIO FICAM NA RETRANCA


A distância que a TV Record determinou entre as bancadas de Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) no penúltimo debate na televisão antes das urnas, na noite deste domingo, era tudo o que os dois candidatos à Presidência da República queriam. A uma semana da eleição, Aécio e Dilma travaram um debate morno e sem surpresas, repisando frases ensaiadas e repetidas à exaustão nas propagandas eleitorais na TV. Não houve pancadaria. Mais: os comandos das duas campanhas avaliaram que o tenso embate no SBT, na última quinta-feira, marcado por ataques pessoais, causou estragos.

O duelo deste domingo não tirou nenhum dos candidatos do sério. O script foi o mesmo: Aécio lembrou a profusão de escândalos na Petrobras, e Dilma respondeu dizendo que o PSDB planejava vender a Petrobras quando governou o país. Aécio apontou a inflação crescente, e Dilma disse que os “pessimistas” não reconhecem as conquistas sociais dos doze anos de governo do PT.

A petista até ensaiou ataques, por exemplo, sugerindo que um eventual governo tucano reduziria o papel dos bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Aécio reclamou do terrorismo eleitoral: “Quero me dirigir aos funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Federal, eles sim estão sofrendo com o terrorismo da propaganda. No nosso governo não haverá senhores Pizzolatos à frente do Banco do Brasil”, disse, em alusão a Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil que ficou famoso pela fuga hollywoodiana após ser condenado no julgamento do mensalão.

Ao falar da inflação, o tucano sacou uma carta nova: citou o Chile como exemplo de país vizinho cuja economia cresce mais do que a brasileira. "O Chile consegue crescer bem mais do que o Brasil, controlando sua inflação. Onde está o erro, candidata?", cutucou. Dilma, por sua vez, resgatou o discurso do desemprego: “Para ter 3% de inflação, o senhor vai triplicar o desemprego, que vai para 15%, e o senhor vai elevar a taxa de juros, como já fizeram antes, esse é o receituário".

Petrobras – A temperatura quase subiu quando a Petrobras foi o tema. Aécio questionou a petista sobre a revelação de que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi um dos beneficiários do esquema montado para desviar recursos da estatal para políticos e partidos. "A senhora reconhece agora que houve desvios na Petrobras. O tesoureiro do seu partido, João Vacari Neto, continuará também como membro do conselho de administração de Itaipu. A senhora confia nele, candidata?", disse. A petista rebateu dizendo que o delator do esquema de desvios, Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, apontou o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, como beneficiário. "O senhor confia em todos aqueles que segundo as mesmas fontes que acusam o Vaccari dizem que o seu partido, o presidente dele, que lamentavelmente está morto, recebeu recursos para acabar com a CPI?”, questionou. Último a falar, o tucano devolveu: “Se na Petrobras, onde ele não tinha  acesso formal, dois terços da propina eram transferidos para ele, fico imaginando em Itaipu, onde ele tem um crachá e assina documentos, o que pode estar acontecendo lá". Mas parou aí. Na campanha mais acirrada do país desde a redemocratização, nem Dilma nem Aécio quiseram arriscar. O próximo – e derradeiro confronto – será na sexta-feira, antevéspera das eleições, na TV Globo.


Com informações de Veja

Estiagem se espalha no País e causa prejuízo bilionário


Há uma regra elementar que se aplica em períodos de secas severas: se a água escassear, a prioridade é o consumo humano. Isso significa que, antes de as torneiras de casa secarem, a água falta na agropecuária, nas indústrias e nos serviços. É o que ocorre hoje em várias partes do Brasil.


A estiagem que compromete importantes bacias hidrográficas pode prejudicar a já combalida economia nacional, simplesmente porque o País não está preparado para lidar com ela. 

“Diferentemente de outros países, o Brasil não tem mecanismos para aliviar perdas econômicas com a falta de água”, diz Jerson Kelman, especialista no tema, que dirigiu as agências nacionais de Água e de Energia.

Membros do PSC contrariam presidente do partido e garantem apoio a Eunício


Mesmo após a Executiva do partido oficializar apoio ao candidato Camilo Santana (PT) na disputa ao Governo do Estado, diversos integrantes do PSC se encontraram com a coordenação da campanha do candidato Eunício Oliveira (PDMB) para reafirmar que neste segundo turno.

Nessa sexta-feira (17), durante reunião no comitê central do peemedebista, lideranças asseguraram que o apoio oficial do PSC ao candidato governista se deu sem que as bases da legenda fossem consultadas. “Nós é que estamos nos bairros, nas comunidades ouvindo o desejo da população que clama por mudança, e a decisão tomada pelo presidente não representa o que essa base quer”, afirmou o Pastor Rubens Pontes, membro do PSC, referindo-se a decisão tomada pelo dirigente da sigla, Wellington Sabóia.

O pastor ainda afirmou que a maioria dos líderes do PSC irão intensificar as atividades em prol da candidatura peemedebista em várias regiões do Ceará, mas principalmente nos bairros de Fortaleza. “Esse grupo é de uma palavra só. Apoiamos Eunício no primeiro turno e vamos cair em campo ainda mais fortes por Eunício”, garantiu Pontes.


Também estiveram presentes no encontro os candidatos que disputaram vaga para a Assembleia Legislativa pelo partido, como o Vigilante Fábio Ripardo, Camilo Barbosa, Irmão Moisés, Pastor Gomes Teixeira e a líder Patrícia Santos.

domingo, outubro 19, 2014

162 nomes no escândalo da Petrobras


A insistência do presidente das CPIs da Petrobras no Congresso Nacional, Vital do Rêgo, em ter acesso a delação premiada de Paulo Roberto Costa segue o dito popular, “água mole em pedra dura tanto bate ate que fura”. Ontem mais uma vez o peemedebista pediu ao Supremo Tribunal Federal acesso a delação de “Paulinho”.


Notícias já dão conta que a lista dos políticos que receberam propina já chega aos incríveis 162 nomes. Antecipando-se a mais uma negativa, o senador peemedebista Vital do Rêgo, apresentou esta semana um projeto que já se encontra para apreciação na CCJ do Senado Federal que garante às Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) acesso a informações sigilosas como as prestadas em acordo de delação premiada.

sábado, outubro 18, 2014

Vitimização de Dilma, POR MERVAL PEREIRA

O truque já foi usado uma vez, recentemente, e não funcionou, ao tentarem fazer da presidente Dilma uma coitadinha quando foi vaiada na abertura da Copa do Mundo no Itaquerão. Nada indica que funcionará desta vez. Transformar a presidente Dilma em uma senhora delicada que foi tratada com grosseria por seu adversário Aécio Neves no debate do SBT na quinta-feira, não é um relato fiel do que aconteceu, nem faz jus à história da presidente e do PT. Beira o ridículo.

O mal-estar da presidente a final do debate pode ter sido provocado pelo calor da discussão e do estúdio de televisão, e prenuncia uma fragilidade emocional dela, conhecida por seu vigor verbal, digamos assim. Ontem, Dilma, antes de adiar uma vinda ao Rio " a conselho médico" que depois foi desmentido, disse algo como “o PT não é de briga, mas sabe enfrentar desafios”. Nada menos verdadeiro.

Ao contrário, o PT só sabe fazer política na base do confronto, precisa de um inimigo para mobilizar seus militantes, que andam meio desanimados ultimamente. Esse clima de guerra permanente foi instalado pelo PT no país, que não sabe fazer política sem radicalizar. A prática do “nós contra eles”, aprofundada nesta campanha com uma tentativa de jogar o PSDB contra os nordestinos, acaba levando a exacerbações.

Na ocasião da abertura da Copa escrevi que a grosseria é um problema nosso, de uma sociedade que precisa encontrar novamente o caminho da civilidade e da convivência pacífica entre os contrários. A vaia é um problema da presidente Dilma e do PT. Naquela ocasião, a presidente Dilma passou a ser tratada como uma senhora frágil e desacostumada a essa linguagem, quando ela própria já demonstrou, em reuniões com ministros e empresários, que sabe lidar com esse tipo de problema. Que o digam os ministros que já saíram chorando de seu gabinete depois de uma boa espinafração, muitas vezes com uso de palavras nada convencionais.

O ex-presidente Lula voltou a tentar o truque depois do debate da Bandeirantes, dizendo que “quando eu vejo um homem na televisão ser ignorante com uma mulher, como ele tem sido nos debates, eu fico pensando: se esse cidadão é capaz de gritar com a presidenta, fico imaginando o dia que ele encontrar um pobre na frente: é capaz dele pisar ou não enxergar”.

Lula evidentemente está fazendo baixa política, sem muita chance de dar certo. A própria presidente Dilma não dá razão para esse tratamento condescendente com ela, pois quando soube que a ex-candidata Marina Silva havia chorado ao ser atacada pela propaganda petista, saiu-se com esse comentário: “um presidente da República tem de resistir à pressão”.

Em discurso dirigido a movimentos negros em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, Dilma afirmou que quem não quer ser criticado "não pode ser presidente".

— Um presidente da República sofre pressão 24 horas por dia. Se a pessoa não quer ser pressionada, não quer ser criticada, não quer que falem dela, não dá para ser presidente da República. Acho que, (para) ser presidente, a gente tem que aguentar a barra — disse Dilma.

Se a vitimização de Marina não teve sucesso, e ela só reagiu à altura dos ataques muito tempo depois, quando sua votação já se esvaía, agora o candidato do PSDB Aécio Neves está enfrentando de frente os mesmos ataques, o que coloca um dado novo na disputa presidencial. Na verdade, Aécio é o primeiro candidato tucano que enfrenta o PT sem receios, resgatando o legado de Fernando Henrique Cardoso e exorcizando de vez a demonização que o PT vem fazendo dos governos tucanos pelos últimos 12 anos.


Tanto Serra quanto Alckmin entraram na disputa contra o PT com receio de se indispor com Lula e seus seguidores, e tiveram dificuldades para defender as políticas do PSDB, quando não evitaram simplesmente temas polêmicos como as privatizações. A postura de Aécio Neves já mostrou que há um projeto político para enfrentar o lulismo, e defendê-lo não tira votos.

VEJA. CANDIDATURA DE DILMA EM 2010 RECEBEU DINHEIRO DESVIADO DA PETROBRAS


Quando assinou seu acordo de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef prometeu entregar aos investigadores da Operação Lava Jato informações que iriam 'chocar o país'. Reportagem de VEJA revela que na semana passada ele cumpriu a promessa: contou que a campanha de 2010 de Dilma Rousseff foi em parte financiada com dinheiro desviado da Petrobras, listou 28 parlamentares que se serviam das propinas e expôs as entranhas do que chamou de 'mensalão dois'.

Corolla capota na pista que liga Guaraciaba a Ipu nesta sexta-feira (17/10)


Aconteceu um acidente nesta sexta-feira (17/10) em torno de 20:30 da noite na estrada que liga Guaraciaba a Ipu, em frente a empresa d'água Brisa da Serra, com um corolla prata oriundo da  cidade de São Benedito, também na serra. Ele capotou em torno de 20 metros, em função da alta velocidade em que estava.

Felizmente não morreu ninguém. O motorista do carro, um jovem, foi atirado para fora do carro ficando no meio da pista, entretanto, teve apenas ferimentos leves, como alguns arranhões em seu rosto e pelo restante do corpo.


A população do distrito de Várzea do Giló, Ipu, providenciou para que o rapaz fosse levado ao hospital da cidade. (foto: 24 horas noticias)

Sensus mostra Aécio Neves com 13 pontos à frente de Dilma Rousseff

Tucano tem 56,4% e petista 43,6% das intenções do voto válidos, em levantamento encomendado pela revista Istoé.

A Pesquisa ISTOÉ/Sensus para a Presidência da República, divulgada na noite nesta sexta-feira (17), mostra Aécio Neves (PSDB) com 56,4% e Dilma Rosseff (PT) com 43,6% das intenções do voto. A diferença entre os dois candidatos é de 12,8 pontos percentuais, o que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Considerando os votos totais, Aécio tem 49,7% e Dilma, 38,4%. Eleitores indecisos ou dispostos a votar em branco representam 12%.

A pesquisa indica ainda o índice de conhecimento do eleitor sobre os candidatos. Dilma foi reconhecida por 94,4% dos entrevistados e Aécio por 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.

Na avaliação dos índices de rejeição, 45,4% dos eleitores consultados disseram que não votariam da candidata petista, enquanto 29,9% afirmaram que não votariam no concorrente tucano.

O levantamento ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, entre os dias 14 e 17 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-01094/2014. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.


* Com informações da revista Época

No primeiro encontro oficial, Aécio diz que acatará sugestões de Marina


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, confirmou nesta sexta-feira (17) que vai incorporar medidas sugeridas pela ex-senadora Marina Silva, do PSB, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno. Entre as propostas de Marina, estão a consolidação e ampliação das políticas sociais do atual governo, como o Bolsa Família, e o desenvolvimento econômico com sustentabilidade.

No primeiro encontro oficial dos dois, em um espaço empresarial, no bairro da Lapa, sem o seu tradicional coque e penteada com um rabo de cavalo que deixou à mostra os longos cabelos cacheados, Marina Silva causou impacto entre os presentes, em sua maioria líderes, do PDSB, PSB e das siglas que estão apoiando Aécio no segundo turno. Brincando, ela justificou que, por estar com gripe, não pôde prender os cabelos como de costume.

Aécio disse que o apoio de Marina o deixa em uma condição mais confortável na disputa com a candidata do PT, Dilma Rousseff. “Estou hoje vivendo um momento muito, mas muito marcante, eu diria histórico, desta caminhada”. Ele, no entanto, evitou comentar se a ex-ministra o acompanhará em comícios e atos públicos.

O candidato do PSDB propôs uma espécie de trégua, convidando Dilma a falar de temas de interesse do país. “Vamos debater o futuro, vamos mostrar nossas diferenças, que são realmente muito grandes. Vamos pedir que, democrática e livremente, os brasileiros tomem a decisão que acharem mais adequada. Eu respeitarei qualquer que seja ela. Nós estamos a uma semana das eleições, os brasileiros merecem que aqueles que disputam a Presidência da República digam o que pretendem fazer em relação ao futuro do Brasil.”


(Agência Brasil)

sexta-feira, outubro 17, 2014

PT E PSDB MANTERÃO ESTRATÉGIA DE ATAQUES


Com a proximidade das eleições e o empate técnico entre os dois candidatos, as campanhas de Dilma Rousseff (PT) e Aécio neves (PSDB) vão manter a artilharia pesada exibida nos dois últimos debates. Dilma elevou o tom dos ataques ao candidato do PSDB, partindo para a esfera privada, e Aécio rebateu com veemência, acusando a petista de praticar nepotismo cruzado.


A linha usada por Dilma ao se referir ao episódio em que Aécio se negou a fazer o teste do bafômetro em blitz no Rio em abril de 2011 deve ser mantida, porque a avaliação é que a ofensiva surtiu efeito ao conter o crescimento do tucano. Aécio por sua vez, promete não deixar acusação sem contra-ataque, e reagiu à acusação de nepotismo afirmando que o irmão da presidente foi funcionário fantasma da prefeitura petista de Belo Horizonte.

Datafolha, votos válidos: Aécio tem 65% e Dilma, 35%, no Distrito Federal

Instituto entrevistou 1.217 eleitores em todo o DF no dia 15 de outubro.
Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (17) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida presidencial apenas com eleitores do Distrito Federal.

Aécio Neves (PSDB) - 65%
Dilma Rousseff (PT) - 35%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal 'Folha de São Paulo'.

Votos totais 

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que não sabem ou não opinaram, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Aécio - 57%
Dilma - 31%
Brancos e nulos - 7%
Não sabe ou não respondeu - 6%

Os percentuais de cada informação estão arredondados sem casas decimais. Por esse motivo, a soma simples deles pode dar 99% ou 101%.

Datafolha ouviu 1.217 eleitores em todo o Distrito Federal no dia 15 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Eleitoral Regional (TRE) sob o protocolo DF-00083/2014 e no Tribunal Superior eleitoral sob o registro BR-01098/2014.


DEBATE DO SBT. CONSIDERAÇÕES FINAIS DE AÉCIO NEVES E DILMA ROUSSEF