segunda-feira, novembro 24, 2014

'Não é possível dar privilégios só a homossexuais', diz relator


Leia e reflita. Veja o que querem fazer com o país

O deputado federal Ronaldo Fonseca (PROS-DF) é o relator do comitê que analisa no Congresso o polêmico Estatuto da Família, que DEFINE "família" no país COMO união entre homem e mulher e é visto por ativistas LGBT como discriminatório.

Em seu PERFIL no Twitter, ele se identifica como advogado, presidente de seu partido no Distrito Federal, presidente da Assembleia de Deus de Taguatinga e coordenador da bancada da Assembleia de Deus na Câmara.

O parlamentar, que cumpre seu primeiro mandato na Câmara, foi eleito relator pelos 24 deputados da comissão que analisa o projeto de lei que institui o Estatuto da Família. Ele redige o parecer FINAL que será submetido à votação dentro da própria comissão.

O estatuto prevê "políticas públicas para proteger a família" e, em um de seus artigos, define esta como sendo exclusivamente a união entre um homem e uma mulher.

A opinião do deputado será aceita ou rejeitada pelos outros membros da comissão.
"Apresentei o relatório na Comissão Especial do Estatuto da Família", disse o deputado no TWITTER. "Meu voto está causando estresses. Por que será?"

Fonseca declarou-se a favor do projeto, criticado COMO preconceituoso por movimentos de direitos LGBT e outros deputados. Mas não foi só isso que gerou críticas.

Ele também sugeriu a inclusão de um novo artigo, que modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente e restringe a adoção a casais heterossexuais ou solteiros, algo não previsto pelo texto ORIGINAL.

Em entrevista à BBC BRASIL, o deputado diz que seu voto é "moderno" e corrige um "equívoco"do Supremo Tribunal. A seguir, ele explica por quê:

BBC Brasil - O senhor diz no parecer que o Estatuto da Família BUSCA dar luz a um momento "tenebroso" no conceito de família. Por quê?

Ronaldo Fonseca - Por conta da interpretação que o Supremo Tribunal Federal fez do artigo 226 da Constituição Federal. O conceito de família estava claro neste artigo, que diz que a família é a BASE da sociedade e ela é composta pela união entre um homem e uma mulher ou qualquer dos pais e seus filhos. Mas o STF fez uma interpretação do Código Civil e criou a família homoafetiva. Isso bagunçou tudo e gerou insegurança jurídica.

Deu um direito só aos homossexuais e não às outras famílias afetivas. Por exemplo, se um irmão que cuida de outro morrer, o que fica não tem direito a pensão. Por quê? Eles não formam uma família afetiva? Não é possível dar um privilégio apenas aos homossexuais. O Estatuto é necessário para dar clareza a este conceito.

BBC Brasil - Por que casais homossexuais não podem ser considerados famílias?

Fonseca - Primeiro, não é casal, é par, né? Além disso, não há problema um casal homossexual se designar uma família, mas quando vou criar uma lei para regulamentar e detalhar a proteção especial da Constituição à família, tenho que esclarecer o que faz o Estado ter esse dever. O Estado dá proteção porque é bonzinho. O Estado não faz nada de graça para ninguém. Quando protege, é porque há uma razão – esta razão é a geração de filhos.

Dois homens ou duas mulheres não geram filhos. Pode haver uma dependência econômica ou patrimonial - e o Código Civil já tutela estes direitos. Se querem proteção patrimonial, façam um contrato. Se querem proteção na herança, há o testamento. Mas, quando falamos de direito de família para gozar de uma proteção especial, não tem por que o Estado fazer isso para dois homens ou duas mulheres que querem viver juntos só por causa da sua afetividade ou do sexo. Mas o que o Supremo fez foi criar a família afetiva e disse que isso só vale para os homossexuais.

BBC Brasil - O senhor considera isso uma discriminação?

Fonseca - Sim. Vou dar um exemplo: uma senhora em Águas Claras era viúva há 13 anos e tinha um único filho que trabalhava para cuidar dela. O menino morreu. Ela entrou com um pedido na Previdência de pensão, que foi negado. Disseram que não havia vínculos. Mas não havia a afetividade?

BBC Brasil – No parecer, o senhor sugere a inclusão de um artigo que impede a adoção de crianças por casais homossexuais. Por quê?

Fonseca – A questão tinha de ser abordada. Se digo com base na Constituição que um casal homossexual não é juridicamente uma família, como este casal poderia adotar uma criança como uma? Nem teria como colocar na certidão o nome de duas mulheres e dois homens, porque a filiação exige o nome de um pai e de uma mãe. A legislação permite a adoção por solteiros. Mas não é isso que eles querem.

BBC Brasil – Existem casais homossexuais que vivem com crianças. Se só uma destas pessoas adotar e ela vir a falecer, a outra não terá direitos sobre a criança. Isso não gera uma situação complicada?

Fonseca – Veja bem, são incidentes do mundo jurídico. Casos isolados têm de ser apreciados pela Justiça. Há testemunhas para atestar o vínculo, a proteção que houve. É possível pedir a guarda. Já aconteceu várias vezes, como com a cantora Cássia Eller. Se dois estão cuidando, acho justo que haja esse direito. Mas a lei não pode prever cada caso. Tem de ser genérica. E se de repente a pessoa que ficou não tem condição de cuidar da criança? Ela tem direito a isso só por que vivia na mesma casa?

BBC Brasil – O senhor destaca que a Constituição foi promulgada "sob a proteção de Deus"e que deve ser levada em conta a influência da religião e a vontade da maioria. O que quis dizer?

Fonseca – Estou dizendo que não é a religião que criou a família e que, portanto, meu voto não é religioso. Fiz questão de colocar isso porque as pessoas sempre querem puxar por esse lado. Mas nosso Estado é laico e não ateu. Vivemos num país de cultura judaico-cristã. Tanto que a Constituição diz que nosso arcabouço jurídico está sob a proteção de Deus. Reconhece que existe uma fé da população. Então, como o Estado não vai enxergar o que pensa a maioria? Obviamente, não somos um Talebã. Somos uma democracia, e nela vence quem tem mais força e voto.

BBC Brasil – O senhor compartilha da opinião manifestada por alguns líderes e políticos evangélicos de que a família está ameaçada?

Fonseca – Não uso essa expressão, porque sou advogado e primo pelo contraditório. A família sempre será família, com afeto ou sem. Quantos pais espancam o filho porque não amam? Mas não deixa de ser pai e filho. Família é sociologicamente e biologicamente família. É a instituição mais antiga. Surgiu antes do Estado e da religião. Mas a família está se acomodando, como fez o parágrafo 4º do artigo 226 da Constituição Federal, que prevê a família monoparental. Isso foi uma novidade.

BBC Brasil – O senhor é pastor evangélico. A sua religião teve influência no seu voto?

Fonseca – Não é influência. Tenho formação cristã desde o berço e não fujo disso. Mas não me julgo uma pessoa alienada. Estudei e me preparei. Aliás, sou crítico da religião. Acho que não é uma coisa boa para a sociedade. A religião já cometeu muitos pecados. Basta olharmos para a história para ver o quanto já prejudicou. Mas é óbvio que minha formação me orienta em todas as minhas decisões.

BBC Brasil– O senhor disse que devemos respeitar a opinião da maioria da população. Uma enquete no site da Câmara pergunta quem está de acordo com a definição de família e prevista no Estatuto. Neste momento, o voto contra tem maioria. Isso deve ser levado em conta?'

Fonseca – Se você acompanhar a votação, vai ver que durante o dia o "sim" prevalece e de noite o "não" passa à frente. É uma enquete na qual é possível votar mais de uma vez, então, é difícil orientar-se por ela. Não pode ser considerada um raio-x da população. Tenho conhecimento, por exemplo, que no movimento LGBT tem um escritório preparado para ficar na internet o tempo todo votando. No entanto, uma pesquisa feita em 2010 indicou que a maioria é contrária a este modelo de família.

BBC Brasil - A qual pesquisa o senhor se refere?

Fonseca – Não me lembro agora de qual instituto foi. Mas a maioria da população opinou assim. O que a enquete indica é que há uma mobilização em torno da questão. Mostra que a população quer uma resposta sobre o conceito de família. Quero trazer o assunto para o debate. Essas manifestações são muito salutares. A democracia é debate. Alguém perde e alguém ganha.
BBC Brasil– Uma crítica feita ao projeto é de que é homofóbico, como apontaram os deputados federais Erika Kokay e Jean Wyllys. O senhor discorda. Por quê?

Fonseca – Primeiro, temos que definir o que é homofobia no Brasil. Para militantes LGBT, como Erika Kokay e Jean Wyllys, tudo é homofobia. Eles criaram uma homofobia da homofobia. Ter opinião divergente não é. Para mim, homofobia é quando você não quer conviver com o diferente e age com violência. É o medo do novo, da diferença. Mas apontar uma diferença é parte da democracia.

Por exemplo, Kokay e Wyllys têm um projeto do qual discordo completamente. Ele autoriza uma criança a mudar de sexo e, se os pais discordarem, um juiz pode acatar a vontade da criança. Isso é loucura, mas tenho que respeitar. Não sou homofóbico por pensar diferente. Convivo com homossexuais sem problema. Tenho amigos e familiares que amo e respeito. Defendo seus direitos como cidadãos.

BBC Brasil– Qual é sua posição quanto ao projeto de lei que criminaliza a homofobia?

Fonseca – Da forma como querem, sou contra. Querem criminalizar a opinião. Se querem tipificar a homofobia, tudo bem. Mas, a meu ver, o Código Penal já prevê uma proibição da lesão corporal e injúria. Se alguém espancar um homossexual, vai ser processado. Não podemos ter preconceito contra ninguém. Isso já está na Constituição. É crime.

Mas o que não pode é dois homens estarem se beijando na boca num ambiente de família, eu dizer para eles que ali não é lugar para isso e ser considerado homofóbico. Ou eles virem pra rua fazer sexo naquelas marchas, o policial dizer que não pode fazer sexo ali e ser afastado por homofobia.

BBC Brasil – Foi por isso que o senhor apoiou uma lei que visa garantir a liberdade religiosa?

Fonseca – Temos que ter claro o que é preconceito. Se um pastor ou um padre diz na igreja que a homossexualidade é pecado, ele teria cometido um crime de homofobia de acordo com a nova lei que tentam aprovar. A Constituição protege a fé. É preciso garantir a liberdade religiosa no Brasil.

BBC Brasil – Há previsão expressa para preconceito por causa de raça, condição social ou gênero. Por que não fazer o mesmo com a orientação sexual?

Fonseca – Porque orientação sexual não é raça. Ninguém escolhe a cor da pele. Isso independe da vontade, de interesses, de influência da sociedade. Com gênero, é a mesma coisa. Mas, no meu entendimento – e a ciência até hoje não provou o contrário -, o homossexual não nasce assim.

BBC Brasil – O senhor acredita que seu parecer será aprovado?

Fonseca – Vou lutar por isso. A maioria dos deputados já conhece minha posição. Tenho que acreditar, porque acho que meu voto é moderno, de vanguarda. É um voto especial.

BBC Brasil – Há quem aponte seu voto como retrocesso, não?

Fonseca – As críticas fazem parte do processo legislativo. O Estatuto não é retrocesso. Tem como base a Constituição. Senão, vamos dizer que a Constituição é um retrocesso. Vamos mudar a Constituição, então?

BBC Brasil – E caso fosse apresentada uma mudança constitucional neste ponto?


Fonseca – Aí vamos para o debate (risos).

VIÇOSA DO CEARÁ É DESTAQUE NO II CONGRESSO DE CIDADES DIGITAIS


O município de Viçosa do Ceará (Ibiapaba) mais uma vez é destaque no Brasil e será apresentada como um dos exemplos de soluções inovadoras utilizando fontes de financiamento e políticas públicas para investimento em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) que contribuam para melhoria dos serviços e da gestão pública.

O reconhecimento acontecerá durante II Congresso de Cidades Digitais em Foz do Iguaçu nos dias 27 e 28 de novembro e contará com a presença de lideranças de todo Brasil além do Prefeito Divaldo Soares e do Secretário de Logística e de Estratégia Administrativa Gustavo Pilottoque farão a apresentação das principais ações desenvolvidas em Viçosa do Ceará como a implantação do Projeto Cidade Digital que iniciou-se em 2002 e vem desde então ampliando os investimentos na área da informática como o aumento de extensão da fibra óptica municipal, liberação de sinal wifi para as principais áreas urbanas da sede de Viçosa e a facilidade de acesso a tecnologia com a implantação de telecentros, laboratórios de informática em todas as escolas municipais, a disponibilização de cursos gratuitos e a inovação do ônibus de informática que foi um dos pioneiros no Estado do Ceará. 


Todas essas ações mostram que é possível economizar investindo em uma política de tecnologia sustentável que já custou aos cofres municipais uma redução nos gastos em mais de R$ 2 milhões.

E-mail de Paulo Roberto teria informado a presidenta Dilma o que vinha ocorrendo na Petrobras


Assim como o federal, governo estadual extrapolou nos gastos. Qual será então, o resultado da gastança ano que vem?

Da Coluna Fábio campos, no O POVO deste domingo (23):

Seguidas declarações de Camilo Santana (PT) expõem a preocupação com o cofre que herdará de Cid Gomes. O próximo governador receberá um Estado com custos cada vez mais altos para uma arrecadação que tende a estagnar em ano (2015) de crise anunciada (crescimento perto do zero). Não é à toa que o governador eleito já fala em cortes. Por enquanto, de terceirizados.

A necessidade de diminuir os custos para manter os índices de investimentos em patamares adequados cria as condições para que o Ceará retome a tradição (iniciada com Tassso Jereissati em 1987) de austeridade no controle dos gastos públicos. Pelo que se escuta nos bastidores, percorrer este caminho (o da austeridade) não é uma questão de fé no método, mas sim uma imposição das circunstâncias econômicas do Ceará e do Brasil.

Na crise, surge a oportunidade. Cortar terceirizados é fácil. Uma canetada e pronto. Trata-se de ato administrativo sem maiores repercussões políticas, no que pese os que vão ficar sem salários. No entanto, fica sempre uma questão: se é possível tocar a máquina sem esses terceirizados, eles nem deveriam existir. Ou será que os cortes vão provocar pioras na qualidade dos serviços públicos, que já são ruins de dar dó?

Bom, como já foi dito, a crise gera uma oportunidade. Não sei se o futuro governador Camilo Santana conhece o pensamento de Cid Gomes nos tempos antes de ser eleito governador, em 2006. Naquela altura, o então prefeito de Sobral fazia a apologia da gestão “feijão com arroz”. Era mais ou menos o seguinte: o básico e com uma enxuta quantidade de secretarias. No entanto, quando foi montar sua equipe para o Governo, a coisa não se deu assim. Pelo contrário.

A quantidade de cargos de confiança aumentou significativamente. Certamente, para atender à vasta base de apoio político. Não faltou emprego para a imensa base aliada. Mais secretarias foram criadas.

Algumas, insignificantes. E com elas, além do secretário, o secretário adjunto e mais o tal secretário executivo. Com as novas pastas, mais assessores, carros, motoristas, as estruturas e um mundo de dinheiro a escoar.

A oportunidade que está nas mãos do futuro governador é a seguinte: diante da necessidade que se impôs, o caminho, além da canetada em terceirizados, é cortar a quantidade de secretarias pela metade. É acabar também com esse adjunto (ou o executivo) que serve exclusivamente para acomodar interesses politiqueiros. Vejam bem: boa parte dessa turma nem sequer comparece ao prédio que abriga a pasta.


Há alguma chance de o novo governador adotar a linha da racionalidade administrativa como item a não ser posto no balcão das trocas políticas? Não sei. Não tenho a menor ideia. Aguardemos.

sábado, novembro 22, 2014

INCENTIVO AO CARRO FINALMENTE VAI ACABAR


Um dos maiores erros do segundo governo Lula e do atual governo Dilma foi a manutenção dos incentivos à compra de carros. Agora, finalmente, é anunciando que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis será elevado a partir de 1º de janeiro, segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan.

Ele esteve reunido, em Brasília, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O governo reduziu o IPI em 2008 para a ajudar a manter a economia aquecida.

Após o encontro, Moan indicou que o ministro, em nenhum momento, sinalizou prorrogar a permanência do imposto reduzido para carros. Anteriormente, outros integrantes da equipe econômica já tinham antecipado que o IPI voltaria em 2015 com as alíquotas cheias.

Com a elevação, segundo Moan, o imposto do carro popular irá subir de 3% para 7%; o carro médio de 9% para 11%, quando flex, e para 13% quando só a gasolina. A decisão de repassar ou não as alíquotas integralmente para os preços, segundo ele, dependerá de cada empresa. Moan não quis antecipar o impacto do reajuste nos preços.


Renato Riella - (Blog)

sexta-feira, novembro 21, 2014

QUEM DISSE QUE A CORRUPÇÃO NÃO PREJUDICA O TRABALHADOR?QUEM INVESTIU FGTS NA PETROBRAS PERDEU TUDO

Trabalhadores que usaram o dinheiro do FGTS para comprar ações da Petrobras em 2000 injetaram R$ 1,61 bilhão na estatal, mas o que deveria ser grande investimento gerou perdas de 62,4% ao trabalhador. Ações que chegaram a valer R$ 103 em 2008 sucumbiram à avareza dos envolvidos no esquema do Petrolão e perderam 88,5% do valor, e chegaram a ser negociadas no pregão desta quinta a míseros R$ 12.

(Diário do Poder)

MUNICÍPIOS NÃO VINHAM CUMPRINDO LEI DA TRANSPARÊNCIA






O Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará (TCM) encaminhou ao Gabinete do Governador relação de municípios que, conforme a verificação mensal, não vinham cumprindo a Lei da Transparência (Lei Complementar n° 131/2009). A averiguação, realizada no último dia 13, indica que 14 prefeituras e 10 câmaras se apresentavam em situação irregular.

As prefeituras municipais incluídas na lista são: Apuiarés, Aratuba, Choró, Fortim, Ipu, Ipueiras, Maranguape, Pacujá, Palhano, Palmácia, Pires Ferreira, São Luis do Curu, Trairi e Umari. As câmaras municipais identificadas na mesma situação são as de Apuiarés, Campos Sales, Chorozinho, Irauçuba, Itaiçaba, Itapajé, Martinópole, Meruoca, Ocara e Quixadá.

A informação também foi encaminhada pelo TCM à Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado e à Secretaria da Fazenda, para que, dentro de suas respectivas competências, tomem as medidas que considerarem cabíveis.

A Lei Complementar n° 131/2009 determina que os municípios são obrigados a divulgar na internet, através de seus portais, informações detalhadas sobre a execução orçamentária e financeira. O TCM faz uma verificação mensal se a norma está sendo devidamente observada por esses entes administrativos.

O descumprimento da Lei impõe às administrações municipais diferentes sanções, como: suspensão de transferências voluntárias, impedimento quanto a assinatura de novos convênios, bem como a instauração de provocação para apuração de responsabilidade.

Prefeituras e câmaras que corrigirem as falhas podem requerer ao TCM nova fiscalização. Sendo constatado que a irregularidade foi corrigida, o Tribunal emite certidão de regularidade para que possam normalizar sua condição.


(TCM/CE)










No blog do Jesus

.: EMPRESA QUE PRESTA SERVIÇO A PREFEITURA DE NOVA RU...: A Prefeitura de Nova Russas pagou no ano de 2013 a bagatela de 1.846.507,05 ( UM MILHÃO OITOCENTOS E QUARENTA E SEIS MIL QUINHENTOS E SET...

Assembleia Legislativa - DEPUTADO DISPARA CRÍTICAS CONTRA CAMILO



O deputado estadual Carlomano Marques (PMDB) protagonizou ontem o primeiro ato do bloco de oposição a Camilo Santana (PT) na Assembleia Legislativa, discutido na véspera em reuniões em Fortaleza e Brasília.

O peemedebista disparou críticas contra Camilo e contra o atual secretário do Turismo, Bismarck Maia (Pros).O deputado estadual Carlomano Marques (PMDB) protagonizou ontem o primeiro ato do bloco de oposição a Camilo Santana (PT) na Assembleia Legislativa, discutido na véspera em reuniões em Fortaleza e Brasília.


Destacando que próximo ano será de arrocho nas finanças federais e estaduais, Carlomano afirmou que o governador eleito precisa ter mais “pé no chão” na gestão. Diante desse cenário, ele considerou que a promessa de Camilo em construir dois hospitais é “acinte à inteligência do cearense”.


Ele também criticou a condução de obras como a do aquário, afirmou que a oposição não será conivente com “desmantelos”. E afirmou que seria um erro manter Bismarck na função.

Fonte: O Povo

quinta-feira, novembro 20, 2014

Como reconhecer aqueles que realmente creem no Senhor?



A maioria das pessoas pensa que temer a Deus é ter medo dele. Entretanto, biblicamente falando, temor não é medo. Se assim fosse, o temor a Deus não seria a causa de grande prazer para o justo, pois o medo não traz prazer, alegria, felicidade; traz inquietação ante a percepção de um perigo real ou imaginário, de uma ameaça.

Logo, temer a Deus não é ter medo de Deus, como se Ele fosse um Ser iracundo, perverso, que está sempre pronto a exercer o juízo, e nunca misericórdia; um Ser implacável que, ao primeiro erro, lança o homem no inferno. Esse não é o Deus justo, amoroso, bondoso e misericordioso revelado na Bíblia.

Ele ama a justiça e o juízo, a terra está cheia da bondade do Senhor (Salmo 33.5). Sendo assim, o medo não é adequado em relação a Ele, nem é comum a quem o conhece bem. Quando o cristão verdadeiramente confia e crê no Senhor, ele demonstra que tem temor a Deus.

Então, o que é temer ao Senhor? É reconhecê-lo como o Deus único, verdadeiro, Criador e Senhor absoluto sobre tudo e todos. É ter a consciência de que a nossa vida e tudo quanto existe depende daquele que vive e reina para sempre, que Ele tem o controle sobre tudo. Tema toda a terra ao Senhor; temam-no todos os moradores do mundo. Porque falou, e foi feito; mandou, e logo apareceu (Salmo 33.8,9). Também implica obediência total a Deus, confiança absoluta no Seu infindo amor (Provérbios 14.26) e aversão às coisas que Ele condena: o mal, a soberba, e a arrogância, e o mau caminho, e a boca perversa (Provérbios 8.13). Devido à Sua natureza santa, Deus abomina o pecado.

E como reconhecer se uma pessoa é ou não temente a Deus? Pelas palavras, escolhas e atitudes dela. Veja o que Jesus disse em Mateus 7.15-21. Uma pessoa que teme a Deus e reconhece a soberania do Senhor aparta-se do mal, busca o bem, promove a paz e tem sabedoria, alegria, vida, porque guarda os mandamentos divinos e submete-se à orientação e vontade dele, sendo bem-aventurada, bem-sucedida em tudo, recebendo do Senhor sabedoria, cuidado, vida e provisão (Provérbios 10.27; 14.27; 15.33).

A Palavra de Deus nos exorta: Temei ao Senhor, vós os seus santos, pois não têm falta alguma aqueles que o temem (Salmo 34.9).

Busque a Deus e cultive o temor ao Senhor. Fazendo isto, você será abençoado. Será uma pessoa próspera na terra e herdará as riquezas eternas, será iluminada pelo Espírito e aprenderá a ser piedosa, misericordiosa e justa. E, ainda que atravesse momentos de escassez e necessidade, com fé, determinação e confiança no Senhor, haverá de vencer e regozijar-se por sua salvação em Cristo Jesus.

SUGESTÕES DE LEITURA:
Salmos 1; 112 e 125; Provérbios 1.7; 8.13; 10.27; 14.26,27; 16.6;19.23
Livro: Temor a Deus, a base de uma vida vitoriosa, de Silas Malafaia

Garrafa especial transforma umidade do ar em água potável


Já imaginou uma garrafa d’água que “enche sozinha”? Pensando nisso, Kristof Retezar decidiu criar um aparelho que coleta a umidade do ar e a transforma em água potável.

“Minha meta era criar um aparelho pequeno, compacto e autossuficiente capaz de absorver a umidade do ar, separar as moléculas d’água e estocá-las em uma garrafa”, conta o autor.

Funcionando com energia solar, o aparelho é capaz de produzir meio litro de água em uma hora – com as condições climáticas ideais. Estima-se que a atmosfera do planeta Terra contenha aproximadamente 13 mil km³ de água inexplorada; e esse projeto chega com a ideia de descobrir esses recursos.

“Depois de 30 experimentos, eu finalmente consegui alcançar a constante de uma gota condensada por minuto. Aí desenvolvi um sistema compacto e prático para ser atrelado a uma bicicleta, por exemplo”, conta Retezar.

Funcionando com um sistema complexo, o aparelho é dividido em duas “áreas”. A energia solar serve para esfriar a parte superior e esquentar a inferior; depois que o ar entra, ele percorre essas duas regiões em direção a uma câmara perfurada responsável por separar as partículas. As gotas, então, caem por um cano até chegarem na garrafa.

O “Fontus” pode ser aplicado em duas diferentes áreas. A primeira é como um acessório esportivo – para ciclistas que fazem tours de longa duração. Em segundo, a garrafa “coletora d’água” pode ser um motivo de grande esperança para regiões úmidas, mas com pouca água subterrânea.


Fonte: Mirror

Ceará terá escola de aviação policial


A secretária Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ), Regina Miki, e o secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, Servilho Paiva, assinaram, ontem, durante a abertura do Encontro Nacional de Aviação de Segurança Pública 2014 (Enavseg2014), protocolo de intenções cujo objetivo consiste na criação de uma nova escola de aviação policial em helicópteros na região Nordeste, que promoverá formação e treinamento avançado a pilotos que atuam na área de segurança pública.

"Essa escola é de suma importância, uma vez que ainda estamos engatinhando nessa área da aviação. Hoje vivemos uma situação híbrida, com a presença da aviação militar e da aviação civil. Agora poderemos aprofundar esse tipo de conhecimento de forma mais especializada, voltada para a segurança pública", afirmou Servilho Paiva.

Segurança


Regina Miki comentou, após o evento, sobre a atuação do Governo Federal na Segurança Pública, setor cuja gestão é de responsabilidade dos estados. "Conforme a lei está formatada, o nosso papel hoje é de indução da política. Mas nós queremos alterar isso, queremos participar mais. Com a Proposta de Emenda Constitucional que será enviada pela Presidenta Dilma ao Congresso Nacional, vamos ter uma maior participação não só na normatização de procedimentos, como também compartilhar resultados", avalia a secretária.

Exposição de raridades da radiodifusão aberta ao público em Canindé, no Ceará


Está aberta em Canindé, a primeira exposição historiográfica de rádios receptores antigos, nacionais e internacionais e outras antiguidades do expositor Wilson Raulino. Conforme o organizador, a exposição ficará aberta ao público até o dia 21 de novembro, das 14 horas às 17 horas. A entrada é gratuita.

Além de diversos modelos de rádios, com peças raras ainda da década de 30, e também com modelos atuais que fazer menção aos receptores que marcaram épocas passadas, na exposição também será possível apreciar máquinas de escrever, bicicletas, e outras antiguidades.

A abertura da exposição ocorreu no último sábado, 15, contando com a presença do presidente do Sindicato dos Radialistas e publicitários do Ceará, Aderson Maia. Ele ficou impressionado com a grandeza da exposição, e falou da importância da participação dos radialistas de diversas partes do Estado no evento, pois sem radialista não existiria rádio.


Fonte: DN Sertão Central

SENADO DEVE LIMITAR DIVULGAÇÃO DE PESQUISAS ELEITORAIS


Senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) devem aprovar, na próxima semana, uma proposta de emenda à Constituição (CCJ) para limitar a divulgação de pesquisas eleitorais a 15 dias do primeiro e do segundo turnos. Na sessão desta manhã no colegiado, parlamentares da base aliada e da oposição criticaram a veiculação dos levantamentos e defenderam mudanças nas atuais regras, que não contém qualquer tipo de restrição à divulgação de pesquisas feitas com o eleitorado durante o período de campanha.

A alteração é apoiada pela cúpula do PMDB do Senado. Candidatos do partido criticaram duramente a divulgação de pesquisas de intenção de voto às vésperas das eleições.


(Diário do Poder)

EMPREITEIRAS FIZERAM PROPOSTA "IMORAL" À JUSTIÇA


Os advogados das cinco maiores empreiteiras do país buscaram fechar um acordo considerado 'imoral' pelo Ministério Público Federal, na véspera da deflagração da 7ª fase da operação “lava jato”, que levou 23 pessoas à prisão e contou com dezenas de ações de busca e apreensão em cinco Estados e no Distrito Federal.

Na quinta-feira que antecedeu a etapa 'Juízo Final' da investigação, advogados da Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e de duas outras construtoras propuseram o pagamento de até R$ 1,2 bilhão para livrar as empresas e seus executivos de sanções judiciais.


O plano era fechar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). As autoridades recusaram a oferta.

 (Jornal Valor Econômico)